“Plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.”
— William Shakespeare.
“Eu só queria alguém pra vencer comigo esses dias terrivelmente chatos.”
— Tati Bernardi.
“Isso daqui vai durar. Sabe por que? Porque todo santo dia, eu acordo com a mesma vontade de ver esse teu rosto.”
— P.S. Eu te amo.
“Qual é o nome da sua saudade?”
“Ela não diz “eu te amo” como uma pessoa normal. Ao invés disso, ela irá rir, balançar a cabeça, dar sorrisos e dizer: “você é um idiota”. Se ela dizer que você é um idiota, você é um homem de sorte.”
“— Quem não procura, não sente falta, moço.
— Engano seu, pequena. A nostalgia tortura e todo dia o coração implora pedindo para voltar.
— Porque não volta, então?
— A saudade é grande, mas o orgulho é ainda maior, menina.”
“— Quem não procura, não sente falta, moço.
— Engano seu, pequena. A nostalgia tortura e todo dia o coração implora pedindo para voltar.
— Porque não volta, então?
— A saudade é grande, mas o orgulho é ainda maior, menina.”
“Eu tenho tanto a dizer, mas você está tão longe.”
“Então, caso você se arrependa do nosso fim, caso fique um pouco mais difícil de continuar, caso as palavras se percam em sua garganta e você não consiga me pedir pra ficar, caso o acaso decida nos separar. Bom, eu te espero. Em outra vida, como você preferir.”
—
Sobre a saudade, sobre você. (via
auroriar)
“Eu queria deitar no seu colo. Eu queria te abraçar. Eu queria estar com você.”
“Eu esperei muito de você? Não. Eu não esperei nada, eu entendi tudo, eu entendia o que ninguém entenderia. Eu respeitei. Eu fiz como você quis. Tudo. Eu me anulei. Eu deixei de me amar, pra todo meu amor ser só seu. Eu voltei atrás. Eu chorei, eu pedi desculpas, eu aguentei besteiras. Aguentei tudo. Ajuntando do chão, migalhas do seu carinho, migalhas do seu amor. Do seu jeito explosivo e calmo. Um dia me amando como se a terra fosse acabar depois da meia noite. No outro dia um desconhecido me pedindo pra tratá-lo como qualquer um, por favor.”
“Ela era do tipo que se machucava por qualquer besteira. Ele era do tipo que fazia muitas besteiras.”
“Não sei o que dói mais, sentir você me esquecendo, ou fingir que te esqueci.”
“Do resto ninguém precisava saber. Quando falo de resto refiro-me ao que deu errado, ficou para trás, decepcionou, machucou. Falo das portas fechadas na cara, das pisadas no peito, tiradas maldosas de ar, ilusões da vida para nos dar uma rasteira. Falo daquilo que ninguém quer, mas que a gente faz o de sempre: passa por cima – ou finge que passa. E saí pela rua com a cara deslavada de quem é feliz. Ninguém, ninguém mesmo precisa saber do nosso esforço para tentar ser qualquer coisa além do que não deu certo.”